Polícia identifica segundo suspeito de participar do sequestro de viúva durante velório do marido em Natal

O pecializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) identificou o segundo suspeito de ter participado do sequestro de Gerina Ribeiro da Silva, enquanto ela velava o corpo do esposo no dia 21 de abril, no bairro do Alecrim, em Natal. O primeiro suspeito, Rony Emanuel Costa da Silva, de 22 anos, foi identificado em setembro do ano passado e está foragido. A viúva continua desaparecida.

O segundo suspeito de participação no sequestro foi preso no último dia 5 de junho pelos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa, sendo ele foragido da Justiça do Acre.

Com o decorrer das investigações, a Deicor tinha suspeitas de que o carro utilizado na ação, um Pálio branco, seria do segundo suspeito. Nesta segunda-feira (11), uma denúncia anônima afirmou que ele seria um dos participantes da ação que terminou no sequestro de Gerina.

Com as informações do inquérito, a Deicor confirma que o tráfico de drogas interestadual tem ligação direta com a morte do marido de Gerina, Augusto Magalhães, e o sequestro da viúva no dia do velório.

A Deicor pede ajuda da população para encontrar Rony Emanuel Costa da Silva, primeiro suspeito identificado através das imagens. As informações podem ser repassadas de forma anônima e com garantia de sigilo para o Disque-Denúncia 181 ou 3232-2862.

O caso

Câmeras de segurança de um centro de velórios mostram o momento que homens fizeram um arrastão e sairam de lá com Gerina Ribeiro da Silva, de 24 anos, viúva de um homem assassinado e que estava sendo velado. O caso aconteceu no bairro Alecrim, Zona Leste de Natal, no dia 21 de abril de 2017.

As imagens abaixo mostram o momento em que os criminosos chegam ao local e Gerina abre a porta para eles. Eles entram e rendem todas as pessoas no local. A viúva estava no velório do próprio marido, Augusto Magalhães de Oliveira, morto a tiros em uma granja em São José de Mipibu, região metropolitana de Natal, na terça-feira 18 de abril. Segundo a polícia, ele era traficante de drogas.

Apesar de o corpo da mulher nunca ter aparecido, a polícia acredita que ela está morta. Além disso, as investigações apontam que Gerina sabia do plano dos criminosos. Ela teria combinado de mostrar a eles onde ficava a granja em que Augusto estava escondido, em troca de alguma vantagem.

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